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Adicione o botão do Google Buzz no seu blog WordPress

Muitos blogs, entre eles Mashable e TechCrunch, já adicionaram um botão do Google Buzz. E adicionar o botão “Buzz this!” é tão fácil que você não pode ficar sem integrar seu blog a essa nova rede social, afinal estamos falando do Google.

Abra o arquivo single.php, em /wp-content/themes/<seu_template_atual>/single.php, e localize a linha:

<?php if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post(); ?>

Substitua por:

<?php
if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post();
    $post_title = the_title('','',FALSE);
    $title_for_buzz = str_replace(' ','%20',$post_title);
?>

Isso corrige o erro “Bad value for attribute href on element a: WHITESPACE in QUERY” causado por <?php the_title(); ?>, pois essa função insere no link o título do post contendo espaços em branco. E corrigir isso é importante para que as páginas do seu blog passem pelo Markup Validation Service.

Depois disso, basta escolher uma imagem para seu botão do Google Buzz e inserir o html a seguir no local onde você quer que o botão apareça.

<a href="http://www.google.com/reader/link?url=<?php the_permalink() ?>&title=<?php echo $title_for_buzz; ?>&srcURL=<?php bloginfo('url'); ?>" target="_blank" rel="nofollow external"><img src="<?php bloginfo('stylesheet_directory');?>/images/google-buzz.png" alt="google-buzz" title="Buzz this!" />

Atualização! Mais informações sobre o Google Buzz API.

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Ajax para exibir sugestões de pesquisa no blog

outubro 7, 2009 3 comentários

Já tinha lido sobre AJAX e sabia que é a base do que hoje conhecemos como Web 2.0. Entretanto, apesar de ter participado de um mini curso no Erecomp 2007, ainda não tinha programado utilizando este conceito.

Embora goste muito de livros, prefiro começar pesquisando na web: é mais prático, as informações são mais atualizadas e é uma alternativa gratuita. O site que mais ajudou foi o Ajax Tutorial do w3school.

Minha idéia para por em prática o que tenho lido nos últimos dias foi exibir sugestões na pesquisa do blog. Para isso, adaptei o código do exemplo ajax suggest. Se você quiser adicionar essa funcionalidade ao seu blog, basta fazer as modificações a seguir no tema do seu blog WordPress.

pesquisa2.jpg

Pensando em manter seu tema organizado, crie um diretório para os arquivos que irá adicionar, são três.

getXmlHttp.js
Essa função irá criar um novo objeto XmlHttpRequest.

function GetXmlHttpObject() {
	try {
		// Firefox, Opera 8.0+, Safari, IE7+
		return new XMLHttpRequest();
	}
	catch(e) {
		// IE5, IE6
		try {
			return new ActiveXObject("Microsoft.XMLHTTP");
		}
		catch(e) {
			return null;
		}
	}
}

showHint.js
É a função que irá solicitar as palavras que serão as sugestões para termos de pesquisa.

var xmlhttp=null;



function showHint(str) {

	if (str.length==0) {

		document.getElementById("searchHints").innerHTML="";

		return;

	}



	xmlhttp = GetXmlHttpObject();

	xmlhttp.onreadystatechange=function() {
		if(xmlhttp.readyState==4) {
			document.getElementById("searchHints").innerHTML=xmlhttp.responseText;
		}
	}

	var url="getHint.php?q=" + str;

	xmlhttp.open("GET",url,true);

	xmlhttp.send(null);
}

getHint.php
Escolhe as palavras adequadas de acordo com o que é digitado no textbox de pesquisa. Adicione ao array $a palavras relacionadas ao conteúdo do seu blog.

<?php

$a[]="ajax";
$a[]="wordpress";

//obter o parâmetro q da URL
$q=$_GET["q"];

//procurar palavras no array quando q>0
if (strlen($q) > 0) {
	$hint='';
	for($i=0; $i<count($a); $i++) {
		if (strtolower($q)==strtolower(substr($a[$i],0,strlen($q)))) {
			$hint .= '<a href="http://tatianeps.net/index.php?s='.$a[$i].'" title="Clique para pesquisar sobre: '.$a[$i].'">'.$a[$i]."</a><br />";
		}
    }
}

// Define resposta para "Sem sugestões" caso não seja encontrada palavra correspondente ao que foi digitado
if ($hint == "") { $response=utf8_encode("Sem sugestões"); }
else { $response=$hint; }

// Enviar resposta
echo $response;
?>

A seguir, edite os arquivos header.php e sidebar.php do tema do blog.

Antes de começar, faça uma cópia dos arquivos que irá modificar. Se precisar da versão anterior, será mais fácil com o backup.

header.php
Adicione as linhas abaixo que irão incluir o javascript externo getXmlHttp.js e showHint.js.

<script type="text/javascript" src="<?php bloginfo('stylesheet_directory'); ?>/more/getXmlHttp.js"></script>
<script type="text/javascript" src="<?php bloginfo('stylesheet_directory'); ?>/more/showHint.js"></script>

sidebar.php
Edite o formulário de pesquisa. Adicione onkeyup=”showHint(this.value)” ao textbox de pesquisa.

<input name="s" type="text" id="searchText" value="" tabindex="1" onkeyup="showHint(this.value)" />

Adicione a div a seguir antes de fechar o formulário, </form>, ou no local onde ficar mais conveniente de acordo com o tema do seu blog.

<div id="searchHints"></div>

Lembre-se que a id “searchHints” deve ter o mesmo nome aqui e no showHint.js. Você também pode adicionar esse id ao style.css para que a forma como as sugestões são exibidas também estejam de acordo com o tema to seu blog.

20/out/09: Post atualizado com sugestão do leitor Gustavo.

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Do Windows para o Linux

setembro 6, 2009 9 comentários

Há algum tempo queria instalar uma distribuição Linux, mas ainda estava num mimimi de que precisava trocar o HD antes — 80GB é muito pouco para três partições: Linux, Windows e arquivos. Para eu dar um jeito na bagunça que estava meu HD, faltava admitir que o Windows XP — reinstalado pela última vez em setembro/2008 de acordo com os dvds de backup — já estava muito lento.

Backup
Formatar e particionar o HD, depois instalar Windows e Linux não demora tanto. A pior parte é o backup. Nisto meu HD se parece com o cantinho onde guardo meus livros: paro para pensar em como acumulei tanto papel inútil sempre que vou arrumá-lo. No caso do HD, são arquivos inúteis aos gigabytes.

Resultado: mais um dvd de arquivos. Isso porque já tinha gravado três ou quatro dvds com outros vídeos bem antes de decidir fazer essa mudança.

Instalação
A partição de arquivos já era. Com 80GB, tudo o que pude fazer foi dividir o espaço entre Windows Vista e Linux Mint. A divisão foi 50%-50%. Ou quase isso, porque ainda tive que deixar um espaço para a partição de swap.

Linux!
Depois de alguns dias utilizando Linux, percebi que é mais fácil do que eu pensava. Na verdade, se você não quiser abrir o terminal, acredito que seja possível executar a maioria das atividades por meio de algum gerenciador ou aplicativo integrado ao sistema.

Acostumada com o “next-next-finish” típico da instalação de softwares no Windows, ainda sinto um medinho de que algo dê errado quando preciso instalar alguns softwares utilizando os comandos “./configure”, “make” e “make install”; prefiro o “apt-get”. Por outro lado, o Mint já vem com alternativas para muitos dos softwares que utilizo diariamente.

Já sabia que HDs e pendrives são montados automaticamente. Mas me surpreendi quando, ao conectar a impressora, os drivers foram baixados e instalados. Mais que isso, ao conectar o iPod, o Rythmbox foi aberto e eu pude escolher as músicas que queria ouvir. Ainda sobre o Rhytmbox, a integração com o Last.fm está a poucos cliques, basta salvar as informações de login para que as atualizações sejam enviadas.

Aprovado!
Para finalizar, recomendo que você faça um teste. Utilize um live cd, assim você pode testar várias distribuições, e instalar somente a que gostar mais.

Sugestões:

mintubuntukubuntuopensuse

Ou faça o teste Linux Distribution Chooser do zegeniestudios.net.

Alguns screenshots da última versão do Linux Mint:

screenshots gloria 1
Dual-boot: se o Windows estiver instalado em outra partição, você seleciona aqui qual OS quer utilizar.

screenshots gloria 2
Login.

screenshots gloria 3
Desktop.

screenshots gloria 4
Menu: semelhante ao “Iniciar” no Windows.

screenshots gloria 5
Mint Install: gerenciador para instalar programas.

Os screenshots são do site linuxmint.com.

Urls curtas em blogs WordPress

agosto 13, 2009 1 comentário

Depois que o tr.im =( anunciou que fecharia e voltou atrás, a discussão a respeito de serviços que diminuem os links também voltou. É importante ter uma forma eficiente de diminuir links grandes, Twitter e serviços semelhantes ajudaram a popularizar o conceito. Entretanto, quando um site informa que as urls curtas deixarão de funcionar a partir de certa data, como aconteceu com o tr.im =(, fica a dúvida se estamos deixando nossos links em serviços confiáveis.

Por outro lado, há sites que estão implementando um sistema próprio de links curtos, http://tcrn.ch/ é o domínio para urls curtas de posts do TechCrunch, por exemplo.

Se você não quer confiar os links de seus posts às dezenas de serviços que estão pipocando pela web, mas ninguém sabe por quanto tempo vão continuar ativos, neste post, vou explicar como ter urls curtas no seu blog WordPress sem depender de sites de terceiros para isso.

1. Registre um domínio para as url curtas

O domínio do meu blog não é dos maiores que há por aí: http://tatianeps.net/ tem só 21 caracteres. Entretanto http://tatips.net/, com 18 caracteres, parece-me mais apropriado. Há urls em que um domínio menor faz mais diferença. O pessoal do Comentários em Série, http://www.comentariosemserie.com/, já registrou o domínio http://spoiler.cc/. De 34 para 18, a nova url tem 16 caracteres a menos! O Comentários em Série ainda está no Blogger, mas parecem já estar planejando mudar para WordPress também.

Ao registrar um novo domínio, é necessário criatividade para inventar algo relacionado a seu nome, blog ou marca. E sorte para que o domínio escolhido esteja disponível. Não se pode esquecer que também depende do seu orçamento. Domínios .net e .com tem anuidade que varia de 15 a 25 reais se você fizer o registro com uma empresa nacional. Domínios .cc, .cn, .biz, .me, entre outros têm anuidade variando entre 5 e 20 dólares, dependendo da empresa em que você registrar. Os mais badalados .tv e .fm podem custar 40 e 70 dólares por ano respectivamente.1

2. DNS e configuração do domínio

Depois do registro, faça os ajustes de DNS para que o domínio aponte para o servidor onde seu blog está hospedado. Essas configurações variam muito dependendo das empresas com as quais você contratou o resgistro e a hospedagem. Por isso, se você não souber como fazer, peça ajuda ao Google =D ou ao suporte técnico =/.

3. Viva o WordPress!

Mesmo que você utilize o mod_rewrite para que os títulos de seus posts façam parte da url, o formato padrão dos links permanentes — http://tatianeps.net/?p=329 — continua funcionando perfeitamente.

4. Redirecionar urls curtas para os respectivos posts

Os tutoriais que encontrei param no passo 3, dizendo que seus problemas estariam resolvidos se você direcionasse a nova url para o diretório em que está seu blog. Para minha surpresa, isso não foi suficiente. Se eu parasse nessa etapa, permaneceria no navegador dos visitantes a url reduzida — http://tatips.net/?p=329 no caso deste post. Mas não é isso o que eu quero! Quero que os posts estejam acessíveis a partir de urls menores, contudo a url que deve ficar no histórico de navegação dos visitantes é a que tem o título do post — http://tatianeps.net/2009/08/13/urls-curtas-em-blogs-wordpress.

Então percebi que os permalinks padrão no WordPress contém uma variável acessível via GET: o Post_ID — http://tatips.net/?p=329. Com um pouco de PHP, resolvi o problema:

<?php
if(isset($_GET['p'])) {
	$p = $_GET['p'];
	$redirect = 'http://tatianeps.net/?p='.$p;

	header("Location: ".$redirect);
}
else {
	header("Location: http://tatianeps.net/");
}
?>

O código acima verifica se a url curta tem o parâmetro Post_ID. Se tiver, passa o Post_ID para a url longa do blog; depois disso, o WordPress se encarrega de enviar o visitante para o post e mostrar a url que contém o título. Se não tiver o Post_ID, envia o visitante para a homepage do blog.

Você pode utilizar esse código substituindo tatianeps.net pelo seu domínio. :grin:

  1. Pesquisa pela anuidade de registro dos domínios .cc, .cn, .biz, .me, .tv e .fm no site www.godaddy.com em 13/08/2009.
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Guia de HTML básico

julho 20, 2009 2 comentários

Embora este tutorial utilize WordPress como referência, as dicas de html valem para todos os blogueiros que desejam aprender a editar posts em html.

Depois de desativar o editor WYSIWYG do WordPress, apenas algumas opções básicas ficam disponíveis ao editar um post.

wysiwyg_off.png
Editor WYSIWYG desativado

A vantagem é que o WordPress não interfere no html que você digitar. Para alguns blogueiros, isso pode causar um efeito indesejado: “O que acontece se eu não sei html? Como vou formatar meus posts?” Este post tem o objetivo de ajudá-los a solucionar esse problema. Vou iniciar com os botões que aparecem no editor de posts, já que a interface é bem espartana.

bold.png
Ao selecionar um trecho do seu texto e clicar em “b”, será adicionada a tag strong ao redor do texto. Quando seu post for visualizado no blog, o texto que estava marcado com essa tag no editor será mostrado em negrito.

No editor, o texto aparece assim:

<strong>Exemplo de texto em negrito.</strong>

No post, fica assim:
Exemplo de texto em negrito.

Se você clicar em “b” sem selecionar um trecho do texto, será adicionado somente a tag <strong> e o botão vai mudar para “/b” — indicando que você deve clicar para fechar a tag depois de completar o texto.

italico.png
Esse botão insere a tag para itálico: em. Também acho que “em” não tem a ver com itálico, mas a tag é assim. Tem o mesmo comportamento de “b”: ao selecionar um trecho de texto, adiciona <em> e </em>; sem selecionar, adiciona <em> e o botão muda para “/em”.

No editor, aparece assim:

<em>Exemplo de texto em itálico.</em>

No post, fica assim:
Exemplo de texto em itálico.

link.png
Ao clicar no botão “link”, aparece uma caixa solicitando a url do link a ser inserido.

link_url.png

Se eu digitar “http://www.teste.com” e clicar em “Ok”, será inserido no texto a tag “a” e o “href” com a url que digitei: <a href=”http://www.teste.com”>. Então eu escrevo o texto do link, por exemplo: “Link para o site teste.com”. O botão vai mudar para “/link”, indicando que falta fechar a tag. Ao clicar em “/link”, é adicionado ao texto </a> para fechar a tag.

No editor, aparece assim:

<a href="http://www.teste.com">Link para o site teste.com</a>.

No post, fica assim:
Link para o site teste.com.

Além do “href”, há outras propriedades que você pode adicionar à tag “a”, vou mostrar duas: target e title.

Ao adicionar target=”_blank”, o link abre em outra janela/aba do navegador. A propriedade title adiciona um texto curto que aparece quando o leitor pára o indicador do mouse sobre o link.

No editor, aparece assim:

<a href="http://www.teste.com" target="_blank" title="Exemplo">Link para o site teste.com</a>.

No post, fica assim:
Link para o site teste.com.

blockquote.png
“Blockquote” é a tag utilizada para indicar uma citação. A forma como a citação será mostrada no blog depende de como essa tag foi definida no arquivo style.css do seu tema/layout. Na verdade, todas as tags podem ter atributos definidos na folha de estilos. Os atributos, porém, variam de tag para tag.

Blockquote no meu tema atual:

blockquote {
	margin: 10px 0 0 15px;
	padding: 0 15px;
	border-left: 7px solid #f9d;
	color: #2b2b2b;
}

No editor, aparece assim:

<blockquote>"Nel mezzo del cammin di nostra vita,
Mi ritrovai per una selva oscura,
Che la diritta via era smarrita."

O Inferno
Canto I, versos 1 a 3
(Divina Comédia; <a href="http://en.wikiquote.org/wiki/Dante_Alighieri" target="_blank">Dante Alighieri</a>)
</blockquote>

No post, fica assim:

“Nel mezzo del cammin di nostra vita,
Mi ritrovai per una selva oscura,
Che la diritta via era smarrita.”

O Inferno
Canto I, versos 1 a 3
(Divina Comédia; Dante Alighieri)

del.png
A tag del, usualmente, adiciona um traço sobre o texto, como se tivesse sido riscado. Essa tag tem dois atributos optionais: datetime (incluída automaticamente pelo WordPress ao utilizar o botão del) e cite. Mais detalhes sobre esses atributos em HTML del tag.

del {
	text-decoration: line-through;
	color: #999999;
}

No editor, aparece assim:

<del>Texto riscado</del>

No post, fica assim:
Texto riscado

ins.png
De acordo com HTML ins tag, ins indica um trecho que foi adicionado ao texto. Não me lembro de ter usado ins alguma vez.

ins {
	text-decoration: underline;
}

No editor, aparece assim:

Minhas cores preferidas são: rosa, azul, <del>verde,</del> <ins>vermelho, </ins> branco, ...

No post, fica assim:
Minhas cores preferidas são: rosa, azul, verde, vermelho, branco, …

img.png
De forma semelhante ao botão “link”, ao clicar no botão “img”, deve-se informar o endereço da imagem (depois de feito o upload).

img_url.png
Informe o endereço da imagem depois de fazer upload.

É o atributo “src” define o endereço a partir do qual a imagem será carregada. Em seguida, digite um texto alternativo para a imagem.

img_descr.png
Texto alternativo da imagem.

Essa “descrição” será utilizada no atributo “alt”, que é um pequeno texto exibido somente enquanto a imagem é carregada. Depois que a imagem é carregada — isto é, depois que a imagem “aparece” — o texto não é exibido!

No “alt”, em geral, utilizo o nome do arquivo seguido da extensão (png, jpg, gif) para tentar indicar ao leitor que há uma imagem que deve ser carregada.

Depois de informar o texto alternativo, no editor, aparece assim:

<img src="http://tatianeps.net/wp-usr-upload/2008/10/csiny316_stella.jpg" alt="csiny316_stella.jpg" />

No post, fica assim:
csiny316_stella.jpg

Viu que o que escrevi no alt, “csiny316_stella.jpg”, não apareceu abaixo da imagem. Uma descrição de verdade pode ser adicionada de várias formas. Mas vamos centralizar a imagem antes?

Também há muitas maneiras de centralizar uma imagem, vou mostrar a que utilizo aqui no blog: utilizando a tag “p” (parágrafo). Antes de “<img“, adicione “<p align=”center”>“; depois de fechar a tag img, adicione “</p>“.

No editor, aparece assim:

<p align="center" />
     <img src="http://tatianeps.net/wp-usr-upload/2008/10/csiny410_mac.jpg" alt="csiny410_mac.jpg" />
</p>

No post, fica assim:

csiny410_mac.jpg

Agora que a imagem foi centralizada, vamos adicionar a descrição?

Para isso, adiciono “<br /><small>Texto da descrição</small>” antes de fechar o parágrafo com o “</p>“.

No editor, aparece assim:

<p align="center" />
     <img src="http://tatianeps.net/wp-usr-upload/2008/10/csiny221_stella.jpg" alt="csiny221_stella.jpg" />
     <br />
     <small>Stella Bonasera (interpretada por Melina Kanakaredes)
     <br /> no episódio de CSI:NY em que ela é agredida pelo ex-namorado.</small>
</p>

No post, fica assim:

csiny221_stella.jpg
Stella Bonasera (interpretada por Melina Kanakaredes)
no episódio de CSI:NY em que ela é agredida pelo ex-namorado.

Caso você tenha ficado com alguma dúvida em relação ao “<small>“, tudo o que essa tag faz é deixar o texto com a fonte pequena (small em inglês). Mais informações em HTML font style.

A tag img ainda tem outros atributos que você pode ver no HTML img tag.

ul_ol_li.png
Esses três botões são para a criação de listas. O primeiro é “ul” de Unordered List, ou seja, lista não ordenada. O segundo, “ol” de Ordered List, é para a criação de listas ordenadas. O último, “li” (List Item?), é para adicionar um elemento, utilizado nos dois tipos de lista.

A forma como cada item de uma lista não ordenada pode ser demarcado é definida pelo atributo “type“, podem ser utilizados os seguintes valores: disc, square, circle. Para mais informações, consulte HTML ul tag.

Ou você pode definir uma imagem no seu arquivo css para demarcar cada item. Atualmente, utilizo duas: uma nos posts () e outra na barra lateral (). Para isso, utilizo “list-style” no arquivo css.

#postWrapper ul {
	list-style: url('images/contentList.png');
	margin-left: 20px;
}

#sidebarWrapper ul {
	list-style: url('images/list.gif');
	margin-left: 20px;
}

Lista não ordenada

No editor, aparece assim:

<ul>
     <li>Canadá</li>
     <li>Nova Zelândia</li>
     <li>Inglaterra</li>
     <li>EUA</li>
</ul>

No post, fica assim:

  • Canadá
  • Nova Zelândia
  • Inglaterra
  • EUA

Lista ordenada

No editor, aparece assim:

<ol>
     <li>Canadá</li>
     <li>Nova Zelândia</li>
     <li>Inglaterra</li>
     <li>EUA</li>
</ol>

No post, fica assim:

  1. Canadá
  2. Nova Zelândia
  3. Inglaterra
  4. EUA

Mais informações sobre listas, consulte: HTML ul tag, HTML ol tag e HTML li tag.

code.png
Em vez da tag “code“, estou utilizando “pre” para exibir trechos de código. A tag “pre” mantém certas características para que o código fique organizado: espaços que indicam tabulação, por exemplo.

/* exemplo em PHP */
for ($i = 1; $i <= 10; $i++) {
    echo $i;
}

more.png
Adiciona “<!–more–>” ao texto. Indica que o post só será exibido por inteiro — desse ponto em diante — na página indicada pelo permalink do post. Mais informações em Customizing the Read More.

Embora eu utilize the_excerpt() quando só quero mostrar um resumo do post, recomendo o uso dessa quicktag. Porque the_excerpt() é uma função do WordPress e requer alterações nos arquivos do seu template.

procurar.png
Essa não é uma tag. É um atalho para pesquisar no texto do seu post.

fechar_tags.png
Atenção! Não recomendo o uso desse comando. Pois, se houver mais de uma tag a ser fechada, esse comando pode fechá-las sem seguir a ordem correta — isto é, causando problemas.

Sublinhar
Para sublinhar um trecho do seu texto, você deve escrever “<u>” e “</u>“.

No editor, aparece assim:

<u>Exemplo de texto sublinhado.</u>

No post, fica assim:
Exemplo de texto sublinhado.

Mudar a cor do texto
Se você já está utilizando uma das tags para negrito, itálico ou sublinhar o texto, basta adicionar — dentro dessa tag — “style=’color: NomeDaCor’;“.

No editor, aparece assim:

<u style="color:Purple;">Exemplo de texto sublinhado e roxo (Purple).</u>
<strong style="color:#228B22;">Exemplo de texto em negrito e verde (ForestGreen, #228B22).</strong>
<em style="color:DodgerBlue;">Exemplo de texto em itálico e azul (DodgerBlue).</em>

No post, fica assim:
Exemplo de texto sublinhado e roxo (Purple).
Exemplo de texto em negrito e verde (ForestGreen, #228B22).
Exemplo de texto em itálico e azul (DodgerBlue).

Ou pode utilizar a tag span.

No editor, aparece assim:

<span style="color:IndianRed;">Exemplo de texto em vermelho (IndianRed).</span>
<span style="color:#C71585;">Exemplo de texto em rosa (DeepPink, #C71585).</span>
<span style="color:Lime;">Exemplo de texto em verde (Lime).</span>

No post, fica assim:
Exemplo de texto em vermelho (IndianRed).
Exemplo de texto em rosa (DeepPink #C71585).
Exemplo de texto em verde (Lime).

Os nomes de cores, em inglês, mais comuns funcionam: blue, navy, red, green, gray. Se você quiser variar um pouco, não precisa decorar códigos em hexadecimal (#C71585, por exemplo). Também não precisa decorar os nomes das cores. É só consultar uma tabela.

A quantidade de cores representáveis por meio de nomes é muito menor que as representadas em hexadecimal. Por isso, se precisar de mais cores, basta pedir ajuda ao Google. :grin:

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O "corretor" XHTML do wordpress atrapalha

Já tentou inserir html do YouTube, Flickr, Scribd e outros serviços legais proporcionados pela Web 2.0 para, depois de publicar o post (ou ao editá-lo depois da pubicação), perceber que o html ficou com algum problema? Imagino que, na primeira vez que isso aconteceu, sua reação deve ter sido voltar ao site que tem o conteúdo que você vai adicionar, copiar o html e colá-lo novamente no post. Certo? Mesmo assim, o problema volta a acontecer.

Depois de algum tempo tentando conviver com esse bug do WordPress, duas coisas podem acontecer: você liga o “dane-se o html“, deixando só um link para o que pretendia incluir no post; ou, número dois, fica como um louco(a) tentando consertar os problemas causados pelo bug.

Acredito que todo blogueiro que utiliza WordPress já passou por isso. Às vezes, é uma simples imagem que não fica centralizada. No exemplo descrito acima, eu fico no segundo grupo — dos que tentam consertar o visual do post de algum jeito.

Depois de muita tentativa e erro, descobri uma forma de me livrar desse bug do editor WYSIWYG. Essa solução requer algum conhecimento de html, porque você vai passar a editá-lo diretamente. Mas são apenas algumas tags básicas.

Se o seu editor de posts se parece com o da imagem abaixo, você vai precisar fazer duas alterações nas configurações do blog.

wysiwyg_on.png
Editor WYSIWYG ativado

Para corrigir isso, vá em Usuários > Seu Perfil e marque a opção “Desativar o editor visual ao escrever”.

desabilitar_wysiwyg.png
Desabilite o editor WYSIWYG

Em Configurações > Escrita, desmarque o item “O WordPress deve corrigir automaticamente XHTML aninhado de forma inválida” (aka, bagunçar seu html).

desabilitar_corretor_xhtml.png
Desabilite o “corretor” XHTML

Depois disso, seu editor deverá ficar assim:

wysiwyg_off.png
Após as alterações

Como você pode ver, há algumas opções básicas. Mas mudar a cor da fonte, por exemplo, é uma das tarefas que passará a requerer a inserção manual de algum html.

No próximo post, algumas dicas de html. (Como centralizar imagens e widgets, por exemplo.)

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Vídeo interessante

Em inglês:

http://www.youtube.com/v/jpEnFwiqdx8&rel=0&color1=0xcc2550&color2=0xe87a9f&hl=en

Com legenda:

http://www.youtube.com/v/xKps5DBJEJ4&rel=0&color1=0xcc2550&color2=0xe87a9f&hl=en

O vídeo é interessante, mas seria melhor se também tivesse um link para as fontes das informações apresentadas. Acho discutível a estatística sobre “o computador ultrapassar a capacidade do cérebro humano em 2013“.

Primeiro teria que se definir o que é essa “capacidade”. Um computador já faz sei lá quantos cálculos por segundo, nesse aspecto já ultrapassou o cérebro há tempos. Mesmo assim um computador não faz nada que não tenha sido programado para fazer.

Mas isso não diminui a importância do computador. Até porque, como disse o Felipe Tanus na lista cic2k04-07: “O computador tem uma capacidade diferente da nossa, ele faz as coisas sequencialmente, nós fazemos paralelamente. Sem contar que nós podemos fazer coisas que computadores não podem (ainda). E acho que não vai demorar muito pra o conjunto de problemas que tu pode resolver com computador ir aumentado.

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Autômato finito determinístico

outubro 21, 2008 1 comentário
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Stanford e Yale oferecem cursos online

A universidade americana Stanford está oferecendo dez cursos online cujo material inclui desde lecture notes (em html e pdf) até vídeos, no site Stanford Engineering Everywhere (SEE). Esse material, de acordo com o faq, foi feito com base no material disponibilizado para alunos regularmente matriculados.

Os cursos variam de temas introdutórios a tópicos avançados:

  • Introduction to Computer Science
    • Programming Methodology (CS106A)
    • Programming Abstractions (CS106B)
    • Programming Paradigms (CS107)
  • Artificial Intelligence
    • Introduction to Robotics (CS223A)
    • Natural Language Processing (CS224N)
    • Machine Learning (CS229)
  • Linear Systems and Optimization
    • The Fourier Transform and its Applications (EE261)
    • Introduction to Linear Dynamical Systems (EE263)
    • Convex Optimization I (EE364A)
    • Convex Optimization II (EE364B)

Stanford não é a primeira universidade a oferecer cursos pela internet. Yale também já tem sua plataforma Open Yale Courses, com os seguintes cursos:

  • Frontiers and Controversies in Astrophysics (ASTR 160)
  • Modern Poetry (ENGL 310)
  • Death (PHIL 176)
  • Fundamentals of Physics (PHYS 200)
  • Introduction to Political Philosophy (PLSC 144)
  • Introduction to Psychology (PSYC 110)
  • Introduction to the Old Testament (Hebrew Bible) (RLST 145)

Já tenho todos os mp3 das aulas de PSYC110 e PLSC144 no meu iPod; e, com certeza, vou baixar o material sobre inteligência artificial e otimização linear do SEE. :happy:

Além de Stanford e Yale, outras universidades americanas disponibilizam cursos online. O MIT, por exemplo, tem o Open Courseware.

Acredito que esse tipo de iniciativa deve ser adotada por mais universidades, inclusive as brasileiras, pois essa é uma oportunidade de aproveitar todo potencial da internet para distribuir conteúdo de qualidade.

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O cara da informática…

setembro 5, 2008 3 comentários

Achei um post muito legal no blog do Plínio Torres – com o qual concordo em “gênero, número e grau”: O Cara da Informática.

São 17 verdades sobre computer guys e computer girls que todo mundo deveria saber. (Tem tanta coisa que todo mundo deveria saber… :dry: ) E a turma geek também vai concordar com 100%. Lá vai:

1. O CARA DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas o CARA DA INFORMÁTICA precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório;

2. O CARA DA INFORMÁTICA come. Parece inacreditável, mas é verdade. O CARA DA INFORMÁTICA também precisa se alimentar e tem hora para isso;

3. O CARA DA INFORMÁTICA pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: Mesmo sendo um CARA DA INFORMÁTICA, a pessoa precisa descansar no final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários, consertos e demonstrações, manutenção, vírus e etc.;

4. O CARA DA INFORMÁTICA, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por essa você não esperava, né? É surpreendente, mas o CARA DA INFORMÁTICA também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, e ainda consome Lexotan para conseguir relaxar… Não peça aquilo pelo que não pode pagar ao CARA DA INFORMÁTICA;

5. Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um CARA DA INFORMÁTICA está concentrado num livro ou publicação especializada ele está se aprimorando como
profissional, logo trabalhando;

6. De uma vez por todas, vale reforçar: O CARA DA INFORMÁTICA não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal, pois se você achou isto demita-o e contrate um PARANORMAL OU DETETIVE. Ele precisa
planejar, se organizar e assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo… Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do CARA DA INFORMÁTICA em paz;

7. Em reuniões de amigos ou festas de família, o CARA DA INFORMÁTICA deixa de ser o CARA DA INFORMÁTICA e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas… ele tem direito de se divertir;

8. Não existe apenas um ‘levantamentozinho’, uma ‘pesquisazinha’, nem um ‘resuminho’, um ‘programinha pra controlar minha loja’, um ‘probleminha que a maquina não liga’, um ’sisteminha’, uma ‘passadinha rápida’, pois esqueça os ‘inha e os inho (programinha, sisteminha, olhadinha, )’ pois OS CARAS DA INFORMATICA não resolvem este tipo de problema. Levantamentos, pesquisas e resumos são frutos de análises cuidadosas e requerem atenção, dedicação. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população, mas servem para tornar a vida do CARA DA INFORMATICA mais suportável;

9. Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue, apenas, quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, o CARA DA INFORMATICA pode estar fazendo algumas coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo;

10. Pedir a mesma coisa várias vezes não faz o CARA DA INFORMATICA trabalhar mais rápido. Solicite, depois aguarde o prazo dado pelo CARA DA INFORMATICA;

11. Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não significa que você pode ligar às 11:58 horas. Se você pretendia cometer essa gafe, vá e ligue após o horário do almoço (relembre o item 2). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte;

12. Quando CARA DA INFORMATICA estiver apresentando um projeto, por favor, não fique bombardeando com milhares de perguntas durante o atendimento. Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projeto, tipo como…. vocês entendem é claro…

13. O CARA DA INFORMATICA não inventa problemas, não muda versão de WINDOWS, não tem relação com vírus, NÃO É CULPADO PELO MAL USO DE EQUIPAMENTOS, INTERNET E AFINS. Não reclame! O CARA DA INFORMATICA com certeza fez o possível para você pagar menos. Se quer EMENDAR, EMENDE, mas antes demita o CARA DA INFORMATICA e contrate um QUEBRA GALHO;

14. Os CARAS DA INFORMATICA não são os criadores dos ditados ‘o barato sai caro’ e ‘quem paga mal paga em dobro’. Mas eles concordam…;

15. E, finalmente, o CARA DA INFORMATICA também é filho de DEUS e não filho disso que você pensou…

16. Agora, depois de aprender sobre O CARA DA INFORMATICA, repasse aos seus amigos, afinal, essas verdades precisam chegar a todos. O CARA DA INFORMATICA agradece.

17. Vamos parar de chamar os profissionais de Tecnologia da Informação, de ‘CARAS DA INFORMÁTICA’, ‘CARAS QUE CONSERTAM COMPUTADOR’…Por incrível que pareça as profissões tem nomes, como Engenheiro de Projetos, Analista de Suporte, Engenheiro de Sistemas, Programador…Ninguém chama o Engenheiro Civil de ‘CARA DA BETONEIRA’, ou O médico de ‘CARA DO AÇOUGUE’, dentista de ‘CARA DO DENTE PODRE’!

:up:

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